Fotografias restauradas e coloridas dos tempos do Cangaço e de Lampião

1.7.20



Benjamim Abrahão Boto (Zahlé, Beqaa, Líbano,  c. 1890 - Itaíba, Pernambuco, Brasil,  7 de maio de 1938) foi um fotógrafo libanês-brasileiro, responsável pelo resgate iconográfico do Cangaço e de seu líder, Virgulino Ferreira da Silva - o Lampião.

Por conta deste trabalho de registro fotográfico, Benjamin Abrahão - que também foi secretário do famoso Padre Cícero em Juazeiro do Norte - acabou sendo perseguido e teve sua obra apreendida pelo regime do Estado Novo, tendo sido redescoberta apenas décadas mais tarde, nos arquivos do antigo Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), quando foram incorporados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Coloridas por Davi Lima, o conjunto de fotografias é uma verdadeira relíquia, por mostrar o grupo de Lampião principalmente em seu auge, enquanto percorria o interior nordestino.



Retratos do cangaço - O encontro de Abrahão com o bando de Virgulino, em foto tirada pelo cangaceiro Juriti.
Da esquerda para a direita: Vila Nova, não identificado, Luís Pedro, Benjamin Abrahão (à frente), Amoroso, Lampião, Cacheado (ao fundo), Maria Bonita, não identificado e Quinta-Feira
Fonte: Wikipedia.org, domínio público.



Casais: Virgínio (apelido:Moderno) & Durvinha, Luis Pedro & Nenê






Inácia Maria das Dores (Inacinha), mulher do cangaceiro Gato, baleada e sob custódia da Volante do Tenente João Bezerra.














Corisco
















Maria Bonita













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